18 mai
Combinação quase perfeita: Coca-cola + Cloro = KABUM! muahahahaha!
Os terroristas agora vão usar outras formulas!
Veja:
18 mai
Combinação quase perfeita: Coca-cola + Cloro = KABUM! muahahahaha!
Os terroristas agora vão usar outras formulas!
Veja:
18 mai
Apenas algumas aranhas produzem veneno que seja perigoso para as pessoas, mesmo assim muita gente tem horror desses bichinhos.
Por incrível que pareça as maiores geralmente são as menos perigosas, mas não adianta, o instinto das pessoas fala mais alto, quanto maior a aranha, maior é o pânico!
Será que elas são tão assustadoras assim? Olha só:
18 mai
Passe o mouse e veja o que ela faz:
hahhaa, movimente o mouse rápido e ela vai entrar em curto!
17 mai
Aluno grava no celular momento em que um professor encurrala e agride com socos outro aluno de 14 anos, em Maricá, região metropolitana do Rio. Segundo testemunhas o professor chamou o aluno de gordo, que em seguida fez um desenho ridicularizando o professor. Foi o suficiente para o ‘educador’ se enfurecer partir para a violência.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ImCwMHNzIFw
11 mai
A indústria da quarta geração de telefonia móvel (4G), que opera no padrão ‘long term evolution’ (LTE), atingiu 100 milhões de conexões em todo o mundo, de acordo com a empresa de pesquisas Wireless Intelligence, da GSM Media.
Segundo o relatório, existem hoje 163 redes LTE em operação em 70 países. A previsão é que, até 2017, 120 países tenham 400 redes LTE em operação. Com isso, a expectativa é que o número de conexões 4G atinja 900 milhões no mundo.
Até o momento, os mercados que vêm puxando o crescimento de LTE são Austrália, Canadá, Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos. Segundo o levantamento da Wireless Intelligence, os cinco países, por sinal, concentram 90% do total de conexões 4G.
A pesquisa informa ainda que cerca de 100 redes LTE foram lançadas no ano passado e outras 100 devem ser instaladas este ano.
No Brasil, as operadoras Vivo, Oi, Tim e Claro já possuem planos de internet móvel 4G. O prazo para o lançamento da tecnologia no Brasil foi em 30 de abril nas cidades-sede da Copa das Confederações, com cobertura de pelo menos 50% nas áreas urbanas.
10 mai
Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quintas-feiras.
O vírus Conficker, que ficou famoso em 2009 e recebeu grande atenção da mídia devido a uma “função desconhecida” que seria ativada no dia primeiro de abril daquele ano – quando na verdade nada aconteceu – ainda é uma praga comum no Brasil. Um relatório da empresa de segurança F-Secure publicado no início do ano, bem como as informações da Shadowserver, que coleta estatísticas de infecções da praga, mostram que o Brasil é um dos países mais infectados do mundo.
Para a F-Secure, o Brasil representou 26% de todas as detecções do Conficker, sendo o país mais infectado com a praga. Já para a Shadowserver, o Brasil tem cerca de 160 mil máquinas infectadas, quase 9% do total. O país com mais infecções seria a China, com 167 mil, mas a China tem uma rede bem maior do que a brasileira – cerca de 560 milhões de internautas, contra menos de 100 milhões no Brasil. Comparando o tamanho das redes, o Conficker ainda é pelo menos três vezes mais comum no Brasil do que na China.
O Brasil, porém, não é o único país a ter problemas com o Conficker. As estatísticas da F-Secure mostram presença significativa na França e na Itália, por exemplo, enquanto a Shadowserver também registra altas taxas de infecção em Taiwan, Vietnã e Índia. No relatório mais recente da Microsoft, o Conficker representa 9,8% das infecções mundiais detectadas pelos produtos de segurança da empresa.
Apesar disso, o Conficker é um “zumbi” na internet. A rede de controle foi desmantelada pelo Grupo de Trabalho do Conficker (Conficker Working Group), uma associação de profissionais e empresas para derrubar os endereços de controle usados pela praga. O código, porém, continua se disseminando de um computador para outro, mesmo sem que isso traga qualquer benefício aos seus criadores.
Por que o Brasil?
A F-Secure não soube explicar por que a praga é tão comum no Brasil.
Vamos entender o Conficker: ele é extremamente agressivo, mas se dissemina principalmente usando falhas de segurança no Windows. Uma delas envolve a exploração direta do sistema pela internet. Nesse caso, basta conectar um Windows XP desatualizado à internet e ele será infectado em minutos.
O outro método de disseminação é por meio de pen drives. O Conficker copia a si mesmo para pen drives ou discos externos e configura a reprodução automática para executar o vírus assim que a unidade for conectada a um PC.
Nos dois casos, um computador com sistema operacional atualizado está imune. Não apenas o Windows 7: mesmo o Windows XP, desde que atualizado, não executa mais programas pela reprodução automática em drives USB. E também é possível instalar a atualização que corrige a falha usada pelo Conficker para se espalhar pela internet. Dessa maneira, é difícil que o sistema seja infectado.
Mas por que os brasileiros não instalam as atualizações do Windows?
Uma das respostas está na pirataria. Junto das atualizações do Windows, a Microsoft distribui pacotes que podem detectar se o sistema utilizado é pirata, o que leva internautas brasileiros a desativarem as atualizações automáticas, já que estas poderiam deixar o computador inutilizável caso o programa do Vantagens do Windows Original (Windows Genuine Advantage, ou WGA, em inglês) fosse instalado.
Outra resposta está em uma desconfiança existente sobre próprio mecanismo de atualizações. Há muitos internautas que acreditam que as atualizações não servem para nada, que deixam o computador lento ou travando. Além de histórias contadas por quem usa Windows pirata e enfrentou dificuldades, problemas eventuais, como o que fez muitos computadores deixarem de iniciar após uma atualização, apenas alimentam esse tipo de desconfiança.
Sem as atualizações, no entanto, qualquer computador limpo voltará a ser infectado com o Conficker rapidamente.
Curiosamente, a China, outra vítima do Conficker, também é conhecida pelo uso de softwares piratas.
Como saber se você está infectado
É fácil identificar um computador infectado com o Conficker. Basta visitar esta página web. Se todas as imagens carregarem, não há infecção do Conficker.
Se as três imagens superiores, ou as duas imagens superiores da esquerda e da direta não carregarem – mesmo depois de algumas tentativas de “atualizar” a página -, isso significa que o sistema está infectado.